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Resenha: Oníria – O Reino dos Sonhos

oniria

Primeiro, preciso dizer que as editoras Verus e Galera Record, do Grupo Editorial Record, estão arrasando nos livros! Quantos livros maravilhosamente bons que estou tendo a oportunidade de ler, se não fossem eles! Oníria é um desses livros. Aí está um livro que é bem a minha cara, hahahaha. Aquele clássico clichêzão a lá Tolkien: “alguma coisa acontece, e o herói sai numa aventura inesperada”. Então, se Tolkien fez muito isso, é porque funciona!

Só olhando a capa você já percebe que Oníria é um livro destinado a um público mais jovem. Nem por isso deixa de ser uma grande história, com um grande mundo. E quê mundo! Oníria é, basicamente, um mundo de sonhos. No livro nós aprendemos que é o lugar para onde todos os sonhos, de todos os humanos na Terra, vão! Ou seja, se fosse real, a gelatina gigante que eu me afogava quase toda noite quando eu era pequena, está por lá. Junto com a minha versão alternativa de Balneário Camboriú que eu “tsunamei” tantas vezes nos meus sonhos. Crazy, né? Hahaha. Nós aprendemos que existem os Magos (as nossas versões humanas, inconscientes, no mundo de Oníria), os Criadores que podem usar a imaginação pra fazer praticamente qualquer coisa e, é claro, os habitantes de Oníria: os sonhos e os pesadelos (que, na verdade, não são tão ruins assim)!

Autora nos apresenta esse lugar bem louco, cheio de sonhos loucos mesmo. Sabe aquele livro que o protagonista tem sonhos bizarros que, no fim, tem um significado mais profundo? Em Oníria pode até ter isso mas não é bem o foco. Em alguns momentos, acontece uma coisas que não é pra ter sentido mesmo. Gostaria que isso fosse melhor explorado? Sim. Mas, os personagens são tão cativantes, que você acaba querendo conhecer mais deles e menos do mundo, hahaha. Além disso, haverão outros livros então, ainda tem muito a ser explorado.

“Sou realmente eu. Mas nada de “senhor”, me chamem de Jov… Ou de majestade, se preferirem. Sejamos simples!”

Achei a leitura de Oníria bem leve, descontraída e sem enrolação. Afinal, é um livro infantojuvenil, né? Adolescentes (ninguém na real), precisa de páginas e páginas descrevendo a psique humana! Logo, a linguagem é bem simples e você lê o livro todo em questão de horas (o que nem sempre é bom). É uma história ótima para uma viagem longa ou para aquele domingo de preguicinha que você não tem nada para fazer. Triste mesmo, é ter que esperar o próximo! :(

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